Mostrando postagens com marcador inspiração. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador inspiração. Mostrar todas as postagens

Mês da Mulher Afro-Latino Americana e Afro-Caribenha - Celebrando uma preta por dia!

No dia 25 de julho, as mulheres negras celebram o Dia Internacional da Mulher Afro-Latino Americana e Afro-Caribenha. A data foi criada em 25 de julho de 1992, durante o primeiro Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-Caribenhas, em Santo Domingo, República Dominicana, como marco internacional da luta e da resistência da mulher negra. A data ganha ainda mais importância quando lembramos que ela foi criada a partir da auto determinação das mulheres pretas e não com motivos comerciais como a maioria das datas comemorativas. Ele é um dia de luta e celebração de nossa negritude.


No Brasil, esta data foi sancionada em 2014, por Dilma Roussef. É uma data nacional e foi instituído como o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra.

Aqui na Central das Divas, nós já falamos desta data em 2016, neste link. Este ano, resolvemos homenagear as mulheres negras durante todo o mês de julho. Vamos falar de uma mulher preta por dia! 



Celebrar, conhecer, homenagear 31 mulheres no mês de julho! Sabemos que ainda é pouco, mas será um prazer rever a vida de algumas das nossas inspirações! Billie Holliday, Carolina Maria de Jesus, Elza Soares, Ella Fitzgerald, Chimamanda Ngozi Adichie, Sueli Carneiro, Taiye Selasi, Luiza Bairros... São tantas pretas maravilhosas que iremos homenagear! Não perca!!


Se você tiver alguma sugestão, pode comentar aqui e nos dizer: QUEM VOCÊ QUER HOMENAGEAR?

COMO A HASHTAG #BlackWomenAtWork FOI PARAR NO TRENDING TOPICS?

Nas últimas 24 horas, a #BlackWomenAtWork ficou entre os principais assuntos do twitter. O que motivou a criação da hashtag foram os ataques  públicos a duas negras norte americanas: a congressista norte americana Maxine Waters e o correspondente da Casa Branca, April Ryan.

Em primeiro lugar, Bill O'Reilly, da Fox, zombou da aparência de Waters em seu programa, dizendo: "Eu não ouvi uma palavra dela. Eu estava olhando para a peruca de James Brown. Se tivermos uma foto de James, é a mesma peruca. "

Maxine Waters

Mais tarde, ele - como todos os racistas com medo de represália - se desculpou pelos comentários desrespeitosos, alegando que ele tem "respeito" pela congressista Maxine Waters e só "fez uma brincadeira sobre seu cabelo, que era estúpido". E

Pouco tempo depois, o secretário de imprensa da Casa Branca, Sean Spice, repreendeu April Ryan por ela balançar a cabeça enquanto ele falava durante uma conferência de imprensa.

As duas situações, nos lembram de uma coisa que é um fato para toda mulher negra: é um inferno ser uma mulher negra no local de trabalho.



Durante todo o dia, as mulheres negras começaram a compartilhar suas histórias sobre a discriminação no local de trabalho no Twitter usando a hashtag #blackwomenatwork o que prova que que o que Waters e Ryan vivenciaram não são novidades para nenhuma mulher negra. 
E você, já viveu alguma discriminação racial no seu ambiente de trabalho?



MULHERES PRETAS E CABELO CINZA: 25 fotos para você se inspirar

Quanto mais as pretas se apropriam da sua beleza, mais elas tem ousado no visual. Cada dia é mais comum pretas com seus cabelos lindos para o alto: loiras, azuis, verdes, rosa... A bola da vez são os cabelos cinza!

Esse look é conhecido mundialmente como granny hair e faz o maior sucesso entre as pretas blogueiras e fashionistas mundo afora.  Aqui no Brasil, as irmãs Irlaine e a Marcelly Tavares têm arrasado com seus cabelos cinza por aí. No canal delas, têm vídeos sobre suas lace wigs (perucas). Visite o canal delas porque vale a pena! Eu também já investi neste visual - tenho algumas perucas neste tom e digo É MUITO CLOSE!.

É um look super democrático porque combina com todos os tons de pele. Uma boa maquiagem evita que nossa pele fique opaca, dando o contraste necessário. Este look pode ser produzido no salão de beleza, com a descoloração dos fios, com braid box, lace wigs ou do jeito mais lindo: o natural! Quer coisa mais maravilhosa do que ver seus fios brancos crescendo e se sentir poderosa ainda assim?

Acha lindo mas, ainda não tem coragem? Olha só esta galeria de fotos e se inspira!

























 

 Lace wig disponível neste link






 Lace wig disponível neste link 

 Lace wig disponível neste link 


 Lace wig disponível neste link


 Lace wig disponível neste link







 
Lace wig disponível neste link 
 
 Lace wig disponível neste link 

  Lace wig disponível neste link 











10 MOMENTOS EM QUE AS MULHERES NEGRAS DESAFIARAM A SUPREMACIA BRANCA EM 2016



O ano de 2016 não foi fácil no mundo inteiro, especialmente quando falamos das comunidades negras. No Brasil, a mortalidade de juventude negra continua batendo recordes. Além das medidas tomadas pelo governo golpista que atingem frontalmente a população negra, por estarmos nas posições mais frágeis no Brasil. Nos Estados Unidos, o assassinato dos negros gerou uma onda de mobilizações que rodou o mundo. A eleição de Dolnnald Trump também parece ser um forte indicio de que a situação de negros e latinos deve piorar por lá.
Mas, se falamos de opressão, falamos de resistência. E quando falamos de resistência falamos das mulheres negras que estão sempre demonstrando sua força pelo mundo todo.
Nesta postagem, que foi inspirada em um vídeo da página do Facebook do AfroPunk, trazemos 10 momentos simbólicos em que as mulheres negras desafiaram a supremacia branca em 2016. São momentos que aconteceram fora do Brasil, mas que são inspiradores e mostram que nunca aceitamos e nem aceitaremos o massacre do povo negro em nenhum lugar do mundo.

Inspirem-se!
Vidas negras importam!

1. Ieschia Evans sem medo de ser presa pela polícia de Baton Rouge, julho de 2016


Ieshia Evans é uma jovem enfermeira de 35 anos, mãe de um filho e moradora de Nova York. Ela viajou até Lousiana para participar do protesto contra o racismo da polícia norte-americana que vitimou Alton Sterling.  Durante o protesto, ela desafiou calmamente, a polícia que estava fortemente armada. Esta foto rodou o mundo, demonstrando a coragem das mulheres negras durante os protestos.
Segundo o New York Daily News, Evans passou a noite de sábado na prisão - segundo as autoridades, mais de 100 pessoas foram presas.

2. Tess Asplund se levantou fortemente contra a violência e supremacia branca do Movimento Nórdico de Resistência na Suécia, maio de 2016


Tess Asplund é uma ativista negra de 42 anos e enfrentou bravamente uma marcha organizada pelo Movimento de Resistência Nórdica (NRM) que é conhecida pelos seus ideias neonazistas, na cidade sueca de Borlänge. 
De punho cerrado e peito aberto, a ativista de 42 anos foi de encontro à manifestação organizada pelo Movimento de Resistência Nórdica (NRM), que seguia por uma das principais vias do município sueco Borlänge.

3. Aschley Williams confrontou Hillary Clinton "Eu não sou super-predadora", fevereiro 2016


Durante um evento de angariação de fundos em Charleston, na Carolina do Sul, a ativista Ashley Williams, da Black Lives Matter, fez um cartaz citando comentários da candidata presidencial Hillary Clinton feitos em 1996, quando ela incentivou a aprovação de leis que aumentam o encarceramento maciço, dizendo que os jovens negros eram "super-predadores"

Ashley foi taxativa e lacradora: "Eu não sou uma 'super-predadora', Hillary Clinton. Você pode se desculpar com os negros pelo encarceramento em massa?"

4. Simone Biles e a equipe norte americana de ginástica que foram treinadas por  "imigrantes ilegais"


Simone Biles é um fenômeno nunca antes visto no mundo da ginástica. Ela foi a primeira ginasta em seu gênero a ganhar três Campeonatos Mundiais consecutivos no individual geral, a primeira afro-americana a obter um título nessa prova. Em 2016, ela subiu ao pódio 5 vezes nas Olimpíadas do Rio de Janeiro com 4 medalhas de ouro e uma de bronze. 

Além do talento de destaque, Biles contou com o treinamento do casal romeno Bela e Marta Karolyi, que também treinaram Nadia Comaneci. Em tempos de eleição de Donald Trump, ver como atleta mais importante do EUA negra e ainda mais treinada por imigrantes é grande tapa na cara da sociedade.

5. Angela Davis lança  o livro "Freedom is a constant struggle" sobre a violência racial institucionalizada, fevereiro de 2016


Neste livro, ainda sem versão no português, Angela Davis aborda a violência racial na história ao redor do mundo e seus movimentos de resistência.
No Brasil, em 2016, tivemos o famoso livro da mesma autora publicado: Mulheres, Raça e Classe. O livro tem o prefácio de ninguém menos que Djamila Ribeiro,  e é um clássico da ativista negra norte-americana sendo publicado pela primeira vez no Brasil.

6. Lançamento de 13ª emenda, por Ava DuVenay


O documentário da NetFlix foi lançado em outubro de 2016 e é grande favorito na categoria documentário do Oscar 2017. 
Ava DuVenay, mesma diretora de Selma (2014), escreve, produz e dirige o documentário que leva o nome da décima terceira alteração na Constituição dos Estados Unidos, a qual, segundo o filme, foi uma alternativa de manter trabalhos braçais mesmo após a abolição da escravidão, com o processo de encarceramento em massa.

7. Julissa Ferreras-Copeland e seu projeto de distribuição de coletores menstruai, março de 2016


A vereadora Julissa Ferreras-Copeland lançou um projeto de distribuição gratuita de coletores menstruais nas escolas públicas, presídios e abrigos na cidade de Nova York. Além de prestar assistência às mulheres mais pobres o projeto visa combater os tabus que ainda envolvem a menstruação.

8. Leah Penniman e seus projetos de soberania alimentar

Leah é uma agricultora norte americana que desenvolve projetos educacionais para eliminar o que ela chama de "apartheid alimentar". Ela também é educadora na área de biologia e ciência ambiental em tempo integral. Isso permite que ela trabalhe no que ama - conectando os jovens ao mundo natural - e traz renda extra para sustentar a fazenda que é base do trabalho que ela desenvolve com jovens negros e latinos, oferecendo uma alternativa ao encarceramento e pauperização. Penniman acredita que a aprendizagem sobre o manejo da terra e a produção de alimentos ato suficiente é uma forma de redistribuição de riqueza. Isso sim é poder!

9. Entrevista de Chimamanda Ngosi Adichie, novembro de 2016


A autora foi convidada para discutir a eleição de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos, com R. Emmet Tyrell, editor-chefe da American Spectator. Eles protagonizaram uma discussão sobre lugar de fala ao vivo na BBC Newsnight.

Ao ser contrariado, Tyrell tentou deslegitimar a fala de Chimamanda, para encerrar o assunto, a autora ainda tentou, mais uma vez, explicar ao editor o que era lugar de fala: “Não, você não senta aqui e diz que ele não é racista. Objetivamente falando, Donald Trump é racista. Isso não é sobre a sua opinião é sobre um fato”, disse. Bateção de cabelo puro, né?

10. Nascimento do Backing Black Business, a partir do Movimento Black Lives Matter, pelas mãos de Alicia Garza, Opal Tometi e Patrisse Cullors



O movimento "Black Lives Matter" foi fundado por três ativistas negras: Alicia Garza, diretora da National Domestic Workers Alliance (Aliança nacional de trabalhadoras domésticas), Patrisse Cullors, diretora da Coalition to End Sheriff Violence in Los Angeles (Coligação contra a violência policial em Los Angeles) e Opal Tometi, ativista pelos direitos dos imigrantes.
O grupo tem ações desde 2014 e este ano teve importante atuação nas mobilizações contra a violência da policia norte americana.
Em 2016, o grupo ampliou suas ações com a criação de uma iniciativa de valorização dos negócios empreendidos por negros e negras nos Estados Unidos da América: Backing Black Business. Fortalecer o comércio entre nós é uma grande forma de valorizar o afro-empreendedorismo. 


*************************************************************************************************************

Gostaram?
Estamos preparando um post sobre momentos importantes que as mulheres negras desafiaram a supremacia branca no Brasil.
Alguma sugestão?
Comente abaixo.
Compartilhe este post

Beyonce é a artista mais premiada na história da MTV Music Award

Aqui no nosso Blog, falamos sempre das marcas que o racismo deixa na vida de pretos e pretas. Assim é no nosso cotidiano e vemos o resultado na falta de representatividade que temos em muitos lugares, como por exemplo o mundo da música pop.

Por isso, a noite do dia 28 de agosto de 2016 foi super especial para nós. Nesta noite, aconteceu a premiação do MTV Video Music Awards (VMA). O que vimos foi um desfile de talento. Rihanna cantou na abertura e encerramento da cerimônia.. Nicki Minaj também se apresentou com um visual arrasador.

Mas, a rainha da noite foi Beyoncé. Além de fazer uma apresentação maravilhosa, celebrando poder feminino, a cantora ganhou o prêmio de melhor vídeo do ano com "Formation" e saiu como a grande vencedora da festa realizada no Madison Square Garden de Nova York.



Além deste prêmio, o mais importante da noite, Beyoncé ganhou cantora levou para casa cinco prêmios por Formation (Melhor Edição, Direção, Cinematografia, Coreografia, Melhor Vídeo Pop), um por Hold Up (Melhor Vídeo Feminino) e Melhor Longametragem, por Lemonade.


Você vai dizer que perdeu a apresentação da Bey? Então veja aqui!




A outra protagonista da noite foi Rihanna, que recebeu o prêmio honorário Michael Jackson Video Vanguard.  Além disso, subiu quatro vezes ao palco para relembrar boa parte de sua carreira, incluindo grandes sucessos como "Diamonds", "Please don't stop the music" e "Only girl (In the world). 

Confira o vídeo de uma de suas atuações na noite de ontem.




Rihanna subiu quatro vezes ao palco para relembrar boa parte de sua carreira, incluindo grandes sucessos como "Diamonds", "Please don't stop the music" e "Only girl (In the world).


É para assistir mil vezes e morrer de amor!

10 ESTILOS PARA DIVAR COM TRANÇAS: conheça um pouco da história das tranças



Resolvi escrever sobre tranças. Elas são um penteado que amo. Já usei por mais de 8 anos e acho bonito, simbólico e prático. Mas, preciso falar que este post é para além do episódio racista que envolveu este penteado nesta semana. Porque este espaço é acima de tudo o espaço de uma mulher negra que quer falar com outra mulheres negras, portanto:

BRANCO, isso não é sobre você! É sobre a nossa história e a nossa beleza trançada! Apenas isso! 

O cabelo foi construído culturalmente, especialmente para as mulheres, como uma forma de comunicação e expressão muito importante. Para nós, ocidentalizadas, é até difícil entender que um penteado possa conter tantos elementos culturais, que tenha uma origem tão antiga e sobreviva até hoje como uma importante forma de manifestação de uma cultura. Ou seja, a afirmação de que a trança fica ótimo "para quem tem cabelo ruim" além de racista, demonstra que essa pessoa precisa estudar história!

Para se ter uma ideia o quão antiga é a prática de trançar cabelos, temos esculturas  com trancinhas  que datam do século V a.C. Esta escultura abaixo é da antiga é civilização Nok da Nigéria. Uma civilização que dominava a metalurgia e que pode ter influenciado todas as outras civilizações que usaram tranças, como os índios americanos.


Há indícios também de tranças em estátuas, como a de Vênus de Brassempouy (imagem abaixo) e a Vênus de Willendorf, datando de cerca de 22 mil anos antes de Cristo.


No Egito Antigo, temos a imagem de uma Cleópatra cheia de tranças. Indícios históricos mostram que este penteado era realmente seu preferido, pois demonstrava poder.

Na Idade Moderna, vemos uma grande variedade de estilos de tranças, especialmente nos países africanos, que vão desde as curvas complexas e espirais. Inclusive algumas baseadas em estudos geométricos! Com a escravidão, a trança atravessou o continente e sobreviveu na cabeça de mulheres e homens negros.

Elas apareceram como uma forma de resistência - black power, as tranças e os dreadlocks - no movimento pelos direitos civis na década de 1970 nos EUA. No movimento Hip-Hop elas também são fortemente difundidas e na década de 1990 elas retomaram força total em diversos grupos, inclusive no Brasil.

Acima de toda história coletiva, quando pensamos em cabelo trançados, lembramos de um momento de proximidade e carinho entre nós mulheres negras. 

Ou seja, temos muita história para contar e para nos inspirar. Temos muita coisa boa para nos orgulhar sobre as tranças.

Neste post, aproveito para homenagear algumas lindas amigas que usam, resistem e divam trançadas em 10 estilos diferentes:
  1. NATURAL
  2. LOIRA
  3. COLORIDA
  4. GRISALHA
  5. RUIVA
  6. SIDECUT
  7. CURTA
  8. COM ACESSÓRIOS
  9. COM TURBANTES
  10. ESTILO NAGÔ
Inspirem-se!
Por que trança é para quem tem cabelo bom!


1. NATURAL (uso de fibra sintética de cor próxima ao cabelo natural)

 Laura Astrolábio

 Mariana Santos



Djamila Ribeiro

Fayola Santos (trançadeira do Pérola Africana)

2. LOIRA (uso de fibra sintética totalmente loira ou misturada com cores escuras)


Daniele da Mata, muito ousada: colocou uma cor de cada lado! Ela é proprietária e idealizadora do espaço Damata Makeup

Bey, sendo Bey.

Euzinha, começando a usar fios loiros

3. COLORIDA (com fibras de cores nada tradicionais)



Karol Conka sendo Karol Conka


 Magá Moura 
 
Tássia Reis - Cantora

Taísa Ferreira

4. GRISALHA


5. RUIVA


  

6. SIDECUT (corte apenas do lado)



Ma Castor

7. CURTA



  
8. COM ACESSÓRIOS  

 Coroa de flores!

 Penteado com o Max Cordão da Xongani. Amo Muito!

Anéis envolvendo as tranças

Também dá para usar Hair Band
 (A partir de novembro, a venda na Central das Divas!)

9. COM TURBANTES (combinação perfeita)
 
A maravilhosa da Bea Caixeta. Administradora da página Meu Turbante, Minha Coroa

Eu e meu amor por tubantes. Com trança ou sem trança...


10. ESTILO NAGÔ (inspiração na tradição Nagô. São presas ao couro cabeludo)




Inspiração, a gente tem sobrando!
Arrasem por aí!

Referência: http://trancanago.blogspot.de/2010/02/origem-tranca-nago.html

P.S.: Se você quiser reivindicar direitos autorais nas fotos, entre em contato: centraldasdivas@gmail.com